Novos Critérios para Rótulos dos Alimentos

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Novos Critérios para Dados Nutricionais nos Rótulos dos Alimentos São Estabelecidos pela ANVISA!

A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA publicada no Diário Oficial da União (DOU), em vigor desde 1 de janeiro de 2014, normatiza os rótulos de alimentos que devem seguir novos critérios. Conheça os Novos Critérios para Rótulos dos Alimentos lendo o artigo.

Os rótulos com light, fonte de” ou rico em têm novas regras. Um dos intuitos das novas regras é ajustar os regulamentos do país aos do Mercosul facilitando, assim, o comércio entre os países.

Novos Critérios para Rótulos dos AlimentosNovos Critérios para Rótulos dos Alimentos

Conheça melhor os Novos Critérios para Rótulos dos Alimentos

Light
  • O light só pode ser empregado em alimentos que apresentem redução de um nutriente em comparação com a versão tradicional do mesmo produto.
  • Antes podia ser empregado em alimentos com baixo teor de um determinado nutriente, mas não necessariamente um teor menor do que o produto de referência.
Rico em
  • Outra medida foi que um alimento só pode ter em seu rótulo a informação de é rico em alguma proteína se atender a um critério mínimo de qualidade.
  • A mudança foi para proteger o consumidor de práticas enganosas como o uso de alegações de fonte de proteína em alimentos que contenham proteínas incompletas e de baixa qualidade.
Mudanças no Cálculo
  • O cálculo que determina se as informações nutricionais que podem ser veiculadas também foi alterado.  Um exemplo é o açúcar.
  • Antes para que um produto ser “sem açúcar“, não podia ter mais que 0,5 gramas de açúcares em 100 gramas ou 100 mililitros do alimento.
  • Hoje é levado em consideração a porção do alimento, ou seja, o nutriente não poderá ter mais do que 0,5 gramas por porção.
Novas alegações nutricionais
  • Com a nova regulamentação foram criadas oito novas alegações nutricionais e, consequentemente, critérios para cada uma.
  • Estas são: não contém gorduras trans, fonte de ácidos graxos ômega 3, alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3, fonte de ácidos graxos ômega 6, alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6, fonte de ácidos graxos ômega 9, alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9 e sem adição de sal.
  • A ANVISA ressaltou que todos os esclarecimentos ou advertências exigidos em função do uso da alegação nutricional devem ser declarados no rótulo.
  • Esses dados devem seguir o mesmo tipo de letra da alegação, com pelo menos 50% do seu tamanho e de cor contrastante ao fundo do rótulo.
  • Devem garantir ao consumidor a visibilidade, legibilidade da informação e não deixar dúvidas em relação as informações do produto.
Alimentos para fins especiais
  • A norma não inclui alimentos para fins especiais, que são especialmente formulados ou processados, com modificações no conteúdo de nutrientes.
  • A legislação determina: fixar a identidade e as características  mínimas  de qualidade a que devem obedecer os alimentos para fins especiais.
  • São direcionados para dietas diferenciadas, com necessidades específicas de condição metabólica e fisiológica. Como produtos com restrição de sódio, gordura e proteínas.

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Guloso & Saudável

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9 COMENTÁRIOS

  1. Excelente esse texto Vânia, eu acho que vai ser muito bom para nós consumidores ficarmos mais alertas, nos protegenndo das práticas enganosas que existem por ai. Muito bom amiga. Beijinhos

  2. Que maravilha de informação, Vânia.
    É muito bom saber exatamente o que estamos ingerindo e se está dentro dos padrões necessários. Será que finalmente essas normas vão ser obedecidas? Espero que sim!!
    Excelente post.
    beijinhos da Gina

  3. Vânia,

    Excelente publicação, há que legislar e proteger cada vez mais os consumidores contra o abuso !

    Desta forma todos ficarão com mais confiança e segurança !

    Beijinhos

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