Aprenda a Identificar Qual Tipo de Fome Você Costuma Sentir

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Sabe a diferença entre fome física e fome emocional?

O assunto de hoje Aprenda a Identificar Qual Tipo de Fome Você Costuma Sentir e é de extrema importância para todos nós. É algo sério e que deve ser muito pensado por todos nós.

Você consegue identificar os estímulos que te levam a comer mais do que você devia? Existem duas denominações para a fome que sentimos: a fome física e a fome emocional.

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Aprenda a Identificar Qual Tipo de Fome Você Costuma Sentir

Fome física
  • A fome física é identificada à partir do momento em que sentimos aquele incomodozinho em  nosso estômago, sabe? O também chamado por muitas pessoas como “ronco”. É com esse incômodo que conseguimos identificar quando nosso corpo está necessitando de alimento. É o que nos leva a comer alimentos que nos deixam saciados.
Fome emocional
  • Já a fome emocional, é causada quando sentimos o desejo por comer um alimento específico. Um exemplo, são escandalosos desejos que as grávidas sentem – eu, por exemplo, sentia vontade de comer azeitona preta. E, infelizmente, esses desejos, na maioria das vezes, nos leva a comer alimentos altamente calóricos como o hambúrguer, sorvete e chocolate.
Estímulos externos
  • No entanto, existem também outras formas de estímulos à fome, por exemplo, os estímulos externos.
  • Um exemplo bem representativo são: as propagandas de tv e as gôndolas extremamente chamativas em supermercados, estímulos visuais.
  • Ainda há os estímulos olfativos, nos quais nos fazem remeter a lembranças boas, comidas que nos foram inesquecíveis, ou mesmo momentos que foram marcados por tais odores.

Tendo sido identificada a forma da fome que estamos a sentir, deveremos aprender a lidar com cada caso. Tentar sempre associar tanto a fome física quanto a fome emocional a alimentos que nos façam sentir bem e que ao mesmo tempo nos forneçam propriedades boas para o organismo, como frutas, legumes e verduras, no qual podemos abusar sem sentir que estamos ganhando calorias e gorduras indevidas.

Espero ter ajudado a quem e que consigam descobrir que tipo de fome vocês mais sentem!

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Guloso e Saudável

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20 COMENTÁRIOS

  1. Bommmmm Dia Vania… Confesso que um dia ja senti fome ao ver esses estimulos de que fala, tantas vezes apelativos por demais, hoje me contenho é certo e nao vou mais por exemplo ao mercado com fome!!! deixo mesmo meu corpo sentir a necessidade de alimentos !!!

    Muito bom seu texto!!!

    Beijocas

  2. Vânia,
    interessante… esta fome emocional geralmente pede chocolate, bolo, brigadeiro e coisas do tipo. Coisas que não precisamos, mas comemos.
    E muitas vezes nos acostumamos a comer sem a fome física, simplesmente porque está na hora do almoço ou do jantar.
    Beijos e tenha um bom dia!

  3. Eu adoro comer, infelizmente estou sempre pronta para petiscar um bom prato. Hoje em dia aprendi a controlar-me.

    Bom texto 🙂

  4. Bom dia Vânia, como não passei por aqui esses dias, fiquei encantada com o rigatone, vou experimentar, todas as formas de aliarmos os legumes nos pratos é sempre bem vinda, esse post sobre a fome está ótimo, muito esclarecedor, eu como uma ex obesa e gastroplastizada tenho que tomar muito cuidado com tudo isso…. aliás eu e meu marido, ele tb é…
    Beijinhos e um ótimo feriado e final de semana!!
    Ana Claudia

  5. Bom dia querida Vânia,
    a minha fome é física a minha barriga ronca quando tenho fome, rsrs.
    Não sou de ficar beliscando a comida, só como na hora que tenho fome mesmo, e o pouco que eu como a minha barriga enche fico satisfeita.
    Amei seu post, super esclarecedor, postagem nota 10!

    Fique com Deus!
    Beijos

  6. tinha uma menina (que na época ela era obesa e hoje em dia ele fez redução de estômago) que eu conhecia…. a terapeuta dela chegou a dizer que ela comia para encher o vazio emocional que tinha dentro dela… (e isso fazia todo o sentido!)

  7. oi amiga tudo bem?? eu costumo senstir aquela que não existe kkkkkk pior que é verdade mas é falta de costume mesmo mas com a dieta para o estamomago estou tendo nque mudar muita coisa kkkkkk amiga hoje perdoe-me não tenho receita mas aventura bjão

  8. Olá Vânia,
    Mais um post muito útil e de extrema importância. Nos dias que correm muitas são as preocupações e ansiedades e muitas pessoas libertam essas ansiedades e o stress na comida…é muito bom ter conhecimento que existe uma grande diferença entre as duas, pois assim evitará os excessos e, consequentemente, a obesidade…e nesta questão, preocupam-me também as crianças. Acho que os pais devem estar bem informados sobre as consequências de uma criança em excesso, aquilo que lhes faz mal…
    Obrigada pelo excelente post!
    Beijinhos

  9. Vânia querida vc sempre nos trazendos posts esclarecedores e que são muito importantes nos dias de hoje, principalmente quando existem tantas redes de fast food por ai. Antes eu abusava, comia mais pra me satisfazer, e continuava comendo, dependendo do meu emocional no momento, hj já aprendi a separar e identificar. Adorei o post amiga. Beijinhos

  10. Olá Vania !
    Este é realmente e sem duvida um post importante.
    Eu por exemplo tenho algumas vezes a emocional, como sou uma pessoa um pouco ansiosa e nervosa tenho muitas vezes este tipo de fome. De qualquer forma tento sempre ir pela alimentação saudavél, adoro fruta e iogurtes.
    Por vezes tenho necessidade de comer algo doce e ai sim tenho mesmo de comer, mas é raro os casos.
    Um beijo grande e obrigada por postares este tipo de informação.

  11. Olá Vânia, excelente post.
    Sem dúvidas é muito importante aprendermos a reconhecer os momentos em que nosso organismo realmente necessita ser nutrido.

    Um ótimo feriado!!!
    Bjos
    Bia

  12. Olá Vânia, boa noite!

    Achei super bacana essa publicação.
    Assunto mais que pertinente, contendo informações atuais e de fácil compreensão.

    Admiro seu trabalho na medida em que todos os aspectos do universo gastronômico (que não é pequeno) são, na medida do possível, postos à mesa de maneira tranquila e esclarecedora.

    Beijos, bom feriado, bom trabalho, feriado… trabalho. O tempo não para!

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